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Governo lança programa de R$59 milhões para combate ao desmatamento no Amazonas

Outros cinco termos de cooperação foram assinados entre a administração pública e instituições parceiras para a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade do Amazonas.
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Pouco mais de dez meses após o início de sua criação, a Matriz Econômica Ambiental do Amazonas se tornou uma realidade, e ontem (8) foi anunciada como política de Estado pelo governador José Melo, acompanhado pelo ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, que garantiu investimentos de R$ 2 milhões no setor. Na ocasião, também foi realizado o lançamento do programa Municípios Sustentáveis do Amazonas (MS-Amazonas) que visa reduzir o desmatamento no Estado.

Já com investimentos de R$ 450 milhões previstos para 2017, a Matriz (Lei n° 4.419 de 29 de dezembro de 2016) é a principal proposta de crescimento para o Estado e alternativa para a Zona Franca de Manaus, com a implantação de uma nova economia sustentável focada no desenvolvimento de projetos voltados para as riquezas naturais do Amazonas, tais como a piscicultura, fruticultura, fármacos, cosméticos, entre outros.

Com agenda no Amazonas, o ministro do Meio Ambiente (MMA), José Sarney Filho, acompanhou a cerimônia e elogiou a iniciativa da administração estadual. Segundo ele, os olhos do Brasil estão voltados para a região. Na oportunidade, o ministro ainda anunciou o investimento de R$ 2 milhões no setor de Meio Ambiente no Estado, que deverão ser destinados para o combate ao desmatamento e outras ações de preservação florestal.

MS Amazonas

Durante a cerimônia, também foi lançado o programa Municípios Sustentáveis do Amazonas (MS Amazonas), o primeiro de uma série de instrumentos que serão implementados para reduzir o desmatamento, degradação ambiental e queimadas no Estado, com destaque para a região Sul, associado à política da Matriz Econômica Ambiental e que terá investimentos de R$ 59 milhões.

Os municípios de Apuí, Boca do Acre, Manicoré, Lábrea, Humaitá, Novo Aripuanã e Canutama foram os primeiros a aderir o programa. De acordo com ele, com a adesão, os municípios devem envidar esforços para estruturar o órgão municipal de meio ambiente de modo que possa alcançar os objetivos definidos como fortalecer os processos de regularização ambiental, apoiar o desenvolvimento de cadeias produtivas sustentáveis, melhorar a governança municipal, além de promover a conservação dos recursos naturais e a recuperação ambiental, com ações que diminuam as desigualdades sociais.

Outros cinco termos de cooperação foram assinados entre a administração pública e instituições parceiras para a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade do Amazonas.

Com informações da assessoria

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