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Ação de vigilância coíbe entrada de praga no Amazonas

O caminhão que transportava o produto saiu de Roraima com destino a Manaus e foi abordada no km 126 da BR-174 (Manaus-Roraima), no município de Presidente Figueiredo- foto: divulgação/ADAF
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A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), órgão integrante do Sistema Sepror, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF-AM), reteve mais de 1,5 tonelada de manga. O caminhão que transportava o produto saiu de Roraima com destino a Manaus e foi abordada no km 126 da BR-174 (Manaus-Roraima), no município de Presidente Figueiredo.

De acordo com o diretor-presidente da Adaf, Hamilton Casara, a manga proveniente de Roraima é proibida de entrar no Estado do Amazonas devido à praga mosca da carambola. A proibição obedece uma recomendação do Programa Nacional de Erradicação da Mosca Carambola-PNEMC do Ministério de Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A mosca da carambola é uma das espécies de moscas-das-frutas. A fruticultura brasileira é um segmento de expressão econômica pela crescente participação no comercio internacional e, principalmente, pelo abastecimento do mercado doméstico. No entanto, a ocorrência de moscas-das-frutas nas áreas comerciais constitui uma ameaça à atividade com impactos negativos para o agronegócio.

Focos

Atualmente, a mosca pode ser encontrada no Amapá e há existências de focos em Roraima e Pará que estão sendo monitorados pelo MAPA. O Amazonas é considerado alto risco da praga, pois têm limites geográficos com esses dois estados, de modo que essa proximidade pode representar um obstáculo ao desempenho da fruticultura local, regional e nacional. Na zona de risco médio estão: Mato Grosso, Mato Groso do Sul, Acre, Rôndonia e Tocantins.

Segundo Casara, o órgão realiza fiscalizações intensas nas barreiras sanitárias para evitar a introdução de pragas e doenças em plantações no Amazonas. A praga, cujo nome científico é Bactrocera carambolae, ataca várias espécies frutíferas, tais como carambola, manga, goiaba caju, laranja, acerola, tangerina, jambo, taperebá, acerola, bacupari, abiu, tangerina, jaca e tomate.

Prejuízos

A praga está associada aos prejuízos que pode causar à produção de frutos, às restrições impostas pelo mercado consumidor, às implicações de medidas de controle e aos impactos econômicos, políticos, sociais e ambientais do aparecimento e disseminação dessa praga.

Com informações da assessoria

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