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Amazonas Filarmônica exalta compositores brasileiros em concerto nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (10), o Brasil será representado no palco do Teatro Amazonas no segundo concerto da Série Guaraná XIV.
Redação
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Nesta quinta-feira (10), o Brasil será representado no palco do Teatro Amazonas no segundo concerto da Série Guaraná XIV. O espetáculo, intitulado Nunes Garcia – Guarnieri – Villa-Lobos, tem entrada franca e inicia às 20h, com a Amazonas Filarmônica sob regência e direção musical de Marcelo de Jesus.

O programa inicia com a Abertura em Ré Menor, do compositor José Maurício Nunes Garcia. Padre nasceu no Rio de Janeiro em 1767, e foi mestre de capela e organista da Sé do Rio de Janeiro, além de diretor da Capela Real, no Rio de Janeiro, por nomeação do rei D. João VI de Portugal e Brasil. Contabiliza mais de 240 composições, entre missas, motetos, antífonas e outras peças. Faleceu em 1830, aos 62 anos.

A seguir, a Filarmônica interpreta o Concerto para Violino e Orquestra no. 2, de Mozart Camargo Guarnieri. Composta em 1953, a obra em três movimentos carrega traços de nacionalismo. O solo fica a cargo de Giovanny Conte, violinista amazonense que atualmente é spalla convidado da Amazonas Filarmônica. “Esse concerto de Guarnieri é um trabalho extremamente refinado, e será a primeira vez que o apresentaremos aqui no Amazonas”, explica o maestro Marcelo de Jesus.

Após o intervalo, Heitor Villa-Lobos é o nome do espetáculo. Cinco movimentos de sua famosa série de composições Bachianas Brasileiras serão executados pela Amazonas Filarmônica: a Introdução da Bachiana nº 1, de 1930; o Coral, intitulado Canto do Sertão, da Bachiana nº 4, de 1941; a toccata Desafio, da Bachiana nº 7, de 1942; a Fuga da Bachiana nº 8, de 1944; e a toccata O trenzinho do caipira, da Bachiana nº 2, também de 1930.

Villa-Lobos pode ser considerado o mais prolífico dos compositores brasileiros. Nascido em 1887, no Rio de Janeiro, o compositor era violoncelista, violonista e pianista, e durante seus 72 anos de vida, compôs mais de 100 obras, tendo sido um dos expoentes do ensino de Canto Orfeônico nas escolas. Em 1913, apresentou-se em concerto no Teatro Amazonas. Faleceu em 1959, com um legado inestimável para a música brasileira.

Com informações da assessoria

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