Amazonino diz que crise deve ser combatida com ajuda às famílias

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Em entrevista à Rádio Diário FM, nesta sexta-feira (27), o candidato a prefeito de Manaus pela Coligação Juntos Podemos Mais, Amazonino Mendes, falou que a crise provocada pela pandemia de Covid-19 exige ações imediatas de ajuda às famílias e que é preciso garantir vacinação à população contra Covid-19.

Amazonino reiterou o compromisso de criação do Renda Manaus, no valor de R$ 300 mensais, para 137 mil pessoas que deixarão de receber o auxílio emergencial do governo federal já a partir do início do ano. Um dos diferenciais da proposta dele é que o benefício será por quatro anos, durante todo o mandato, e não apenas emergencialmente. E atenderá as pessoas cadastradas no Programa Bolsa Família, por isso, não precisará fazer um novo levantamento, agilizando assim o início do pagamento.

O candidato também destacou que, se for eleito, pretende adotar medidas para manter o comércio funcionando, adotando as precauções e recomendações dos órgãos de saúde, para proteção às pessoas.

“Fazer o combate com a inteligência necessária e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Me preocupa muito o índice de desemprego em Manaus, de 18,5%, o maior entre as capitais brasileiras. Daqui a um mês, o governo federal vai deixar de pagar os R$ 300 de auxílio emergencial, e vai ser um ‘Deus nos acusa’. Isso vai promover todas as mazelas sociais. Isso exigirá muito da ação da Prefeitura. Caso seja eleito, vamos suprir esse pagamento de R$ 300, como já anunciei”, disse Amazonino.

Segundo ele, também é preciso que as autoridades locais garantam a vacina contra o novo coronavírus. “Eu estou estarrecido em como não se fala em vacina. Nós temos que nos preparar. A Prefeitura tem que estar preparada para isso”, completou.

Preconceito aos idosos

Na entrevista, Amazonino rechaçou o preconceito aos idosos, expresso pelos seus adversários, na campanha deste ano. Ele, que tem 81 anos, reafirmou que os idosos, ao contrário do que foi pregado por seus opositores, são pessoas iluminadas pela experiência e com capacidade intelectual.

“Eu gostaria de contribuir para reduzir, amenizar o estrago desonesto, desigual, impiedoso, irresponsável, que foi feito nesta campanha contra os nossos velhos. Isso dói, porque é como se não tivessem direito à vida, como se tivessem que se recolher”, desabafou Amazonino Mendes, lembrando, emocionado, do pai, Armando Mendes, figura importante na sua formação.

Com informações da assessoria