Política

Atual momento da pandemia exige mais prevenção do que assistência, diz Serafim

Foto: Divulgação

Diante do pior momento da pandemia no Brasil, com o registro de recordes diários de mortes pela Covid, o deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) defendeu na manhã desta quinta-feira, 8, que o Amazonas concentre esforços mais na prevenção do que na assistência.

“Claro que a assistência nós temos que nos preparar também e vi que há de parte do governo do estado e da prefeitura uma preocupação muito grande com a assistência. Mas a nossa questão está na prevenção. Eu volto a insistir na necessidade de uma propaganda mais maciça, mais direta, mais objetiva que faça com que as pessoas usem máscara, higienizem as mãos, usem álcool em gel e principalmente, no campo da prevenção, que as pessoas possam ser vacinadas”, disse Serafim.

A declaração do parlamentar foi dada durante a sessão híbrida da ALE-AM (Assembleia Legislativa do Amazonas) desta quinta-feira, 8. O líder do PSB no parlamento estadual participou na quarta-feira, 7, da audiência pública promovida pela Comissão da Saúde da ALE-AM que debateu a possibilidade de uma terceira onda da Covid-19 no estado.

“E aí tem duas vias: uma via é o poder público que tem que disponibilizar as vacinas. Isso vale do governo federal até o governo municipal. E a outra via é a do público. O relato da Semsa (Secretaria Municipal de Saúde), secretaria responsável pela vacinação em Manaus, é de que eles programam para vacinar 10 mil e chega na hora aparecem 5 mil. Então, a minha sugestão é que programem vacinar 20 mil. Se forem 20 mil ao mesmo tempo será uma grande confusão, mas o que não podemos mesmo fazer é deixar vacinas na geladeira. A minha bandeira é prevenção e vacina”, defendeu o deputado.

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) informou na quarta-feira, 7, o diagnóstico de 1.098 novos casos de Covid-19, totalizando 355.027 casos da doença no estado. De acordo o órgão, foram confirmados 41 óbitos por Covid-19, sendo 11 ocorridos no dia 06/04 e 30 óbitos foram encerrados por critérios clínicos, de imagem, clínico-epidemiológico ou laboratorial, elevando para 12.177 o total de mortes no Amazonas.

Com informações da assessoria 

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