Economia

Auxílio Emergencial 2021: previsão é R$ 250 por 4 meses até junho, diz Lira

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira, 1º de março, que o governo estuda renovar o pagamento do auxílio emergencial em quatro parcelas de R$ 250, nos meses de março, abril, maio e junho, a fim de combater os efeitos econômicos nocivos da pandemia da covid-19.

Segundo disse o presidente da Câmara em entrevista à RecordTV, o governo também analisará durante este período a criação de um novo programa de distribuição de renda, proposta que vem sendo discutida desde o último ano, mas que não decolou, entre outros motivos, por falta de espaço fiscal no Orçamento.

De acordo com informações da IstoÉ, Lira esteve reunido na noite do domingo, 28, com o presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, em um encontro que classificou como “bastante produtivo”, para tratar de assuntos como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, auxílio e vacinação.

Vacinas

O presidente da Câmara disse que a previsão é de que até maio o governo federal tenha 140 milhões de vacinas. Lira afirmou que o calendário é “otimista” e que durante o encontro foi discutida uma “lógica de destravamento” para a aquisição de insumos e vacinas para o Brasil.

“É a única saída que nós temos para garantir a saúde da população e reaquecimento da economia”, apontou Lira sobre a vacinação nacional.

Segundo o presidente da Câmara, além de novas negociações, há “perspectiva clara de contratação por parte dos laboratórios, só tem que se fazer acompanhamento da importação de insumos e acompanhamento da produção” pelos laboratórios que ficaram responsáveis pela produção dos imunizantes, no caso o Instituto Butantan e a FioCruz.

Previsões

De acordo com Lira, a previsão é de a PEC Emergencial ter a leitura do relatório na terça-feira, 2, e votação no plenário do Senado na quarta-feira.

A respeito da Reforma Administrativa, a previsão é de que em até dois meses seja votada pela Casa e encaminhada para o Senado. Já a Reforma Tributária pode levar entre seis a oito meses para passar pela Câmara.