Banco da Gente será reativado por Amazonino Mendes

Foto: Aguilar Abecassis

Idealizador da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), o candidato a prefeito de Manaus Amazonino Mendes (PODEMOS) demonstra preocupação com o cenário econômico e social, a partir de janeiro de 2021. Para ele, serão brutais as consequências da pandemia de Covid-19, sobretudo, aos pequenos e médios empreendedores.

Ele destaca que, se eleito, irá reativar o Programa Banco da Gente, criado quando foi prefeito de Manaus, voltado para o fomento e estímulo à classe empreendedora.De 2009 a 2012, o Banco da Gente auxiliou mais de três mil empreendedores, que receberam aproximadamente R$ 15 milhões, em linhas de crédito para expandirem seus negócios.

“As micro e pequenas empresas foram duramente afetadas pela crise com a pandemia. Muitas delas fecharam as portas. Empreender envolve riscos e, infelizmente, ninguém previu o tamanho dessa crise. Mas sei da coragem dos nossos empreendedores, que estão na luta diária para continuar gerando renda e emprego. Mais empreendedores significa mais empregos. E mais emprego, menos criminalidade também. É uma lógica simples, que eu defendo”, comentou Amazonino.

Amazonino propõe, ainda, que sejam criados projetos com foco no primeiro emprego, visando a inserção dos jovens no mercado de trabalho. No Plano de Governo apresentado pelo candidato, ele também prevê o reforço nas atividades econômicas voltadas aos povos indígenas, em especial no artesanato, pesca e piscicultura, respeitando o conhecimento tradicional.

Banco da Gente

O programa Banco da Gente, que não existe mais, era vinculado ao FUMIPEQ (Fundo Municipal de Fomento à Micro e Pequena Empresa) e financiava empreendedores com valores de R$ 5 mil para autônomos, R$ 10 mil para microempresas e profissionais liberais e R$ 20 mil para pequenas empresas. As parcelas para pagamento eram de até 18 meses e as taxas de juros variavam entre 6% a 10% ao ano.
Em suas gestões, Amazonino Mendes implantou diversos programas com foco no empreendedorismo, como o Renda Certa, em sua última passagem pelo Governo do Amazonas, em 2018.

Direcionado a pessoas físicas, empreendedores, associações e cooperativas, o Renda Certa foi lançado por ele com investimento inicial de R$ 38 milhões, sob a coordenação do Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS), tendo a Afeam como agente financeiro. O foco do programa era a geração de emprego e renda, incentivando o empreendedorismo.

As informações são da assessoria