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Braga pede mudanças em texto que institui taxas de arrecadação para a Suframa

Alinhado à cúpula e aos técnicos da Suframa, o senador recomendou taxações distintas para o comércio e a indústria- foto: Vagner Carvalho
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Com apoio da maioria dos integrantes da bancada do Amazonas no Congresso Nacional, o senador Eduardo Braga (PMDB/AM) sugeriu mudanças, nesta terça-feira (2), no relatório sobre a Medida Provisória 757/2016 – que institui as taxas de Controle Administrativo de Incentivos Fiscais (TCIF) e de Serviços (TS) em favor da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Preocupado com a manutenção do emprego de milhares de cidadãos no Polo Industrial de Manaus (PIM) e em todas as áreas atendidas pela autarquia, ele pediu que fosse permitido o parcelamento em até 48 vezes dos débitos das empresas com a Suframa pela não-realização, total ou parcial, dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

“A Zona Franca de Manaus (ZFM), por imposição legal, está propondo o cancelamento dos benefícios fiscais das empresas que estão em débito com o P&D. Com isso, gera-se uma expectativa pela demissão de 40 mil trabalhadores do PIM em junho. Eles representam a metade do contingente que lá atua”, explicou Eduardo Braga.

Superávit

Alinhado à cúpula e aos técnicos da Suframa, o senador recomendou taxações distintas para o comércio e a indústria: 0,5% sobre as operações de importação efetuadas pelo comércio, e às indústrias seria cobrado segundo a faixa de faturamento de cada uma delas. A medida, destacou Eduardo Braga, garantiria superávit superior a R$ 62 milhões anuais para o modelo ZFM.

Ele sugeriu ainda que fosse incluído no texto relatado pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) o item que evita o contingenciamento nos cofres do Tesouro Nacional das taxas que serão arrecadadas pela autarquia.

Com informações da assessoria

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