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Concluída reforma de uma UTI no Pronto-Socorro da Criança da Zona Oeste

Agora, os trabalhos se voltam para a UTI “Algodão Doce”, que já está em obra- foto: Aguilar Abecassis
Redação
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A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) concluiu a primeira etapa da reforma das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto- Socorro da Criança da Zona Oeste (PSC Zona Oeste), no bairro Compensa. A UTI “Pipoca”, primeira a receber reforma na unidade, foi entregue e, agora, os trabalhos se voltam para a UTI “Algodão Doce”, que já está em obra.

De acordo com o secretário de Saúde, Francisco Deodato, as reformas estão inseridas no pacote de obras físicas, manutenção de equipamentos e de melhorias de ambientes que a atual gestão vem realizando em várias unidades de saúde da capital, dentre as quais os prontos-socorros adultos e infantis.

O secretário ressalta que na primeira visita que fez à unidade encontrou as UTIs com goteiras, paredes mofadas e úmidas, com fiação exposta de maneira perigosa para pacientes e funcionários. O objetivo das reformas é que as duas UTIs voltem a atender aos padrões do Ministério da Saúde (MS). Além da reestruturação física, foi feita a troca de mobília da UTI Pipoca. O pronto-socorro infantil possui 10 leitos de UTI, incluindo um de isolamento.

De acordo com a diretora do PSC Zona Oeste, Júlia Fernanda Marques, a reformas das UTIs estão sendo feitas em tempo recorde. A primeira, a UTI Pipoca, foi entregue em 20 dias, mesmo prazo que deverá durar a UTI Algodão Doce.

Reestruturação

A reestruturação física dos serviços de urgência e emergência da rede estadual de saúde tem sido uma das prioridades da atual gestão da Susam. Em novembro, já havia sido entregue a obra da UTI do Pronto Socorro da Criança Zona Sul (PSC Zona Sul), na Cachoeirinha. A obra ficou parada por quase três anos e foi concluída num prazo de um mês.

No PSC Zona Leste, que funciona ao lado do Pronto-Socorro João Lúcio, foi concluída a revitalização do centro cirúrgico e está sendo feita a pintura das áreas comuns e organização do ambiente hospitalar para pacientes e funcionários. As duas salas de cirurgia estavam com a estrutura física comprometida por infiltrações, goteiras e falta de manutenção em equipamentos.

Com informações da assessoria

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