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Criança perde os movimentos após mordida de carrapato; vídeo

País da garota postaram imagens nas redes sociais e fizeram alerta sobre riscos da Doença de Lyme
Redação.
Postado por Redação.

A americana Amanda Lewis e o marido passaram por momentos desesperadores nos últimos dias, em Oregon, nos Estados Unidos, quando perceberam que a filha, Evelyn, de três anos, estava perdendo os movimentos das pernas e dos braços, de forma repentina.

Apavorada, a mãe gravou um vídeo e postou em sua rede social, na tentativa de conseguir alguma informações sobre possíveis causas.

Nas imagens, o pai tentar pôr a menina de pé, mas ela não consegue se erguer e cai.

O vídeo viralizou na internet e provocou uma alerta a pais do mundo inteiro, depois que a família diagnosticou o problema, ao levar a criança ao médico. O profissional afirmou que, em 15 anos de atividade, só havia presenciado situação parecida cerca de oito vezes, mas foi claro: Evelyn sofreu paralisia por carrapato, também conhecida como Doença de Lyme, um mal que pode até matar.

Os pais imediatamente verificaram todas as partes do corpo da criança e encontraram um carrapato escondido no cabelo dela. Depois, Evelyn foi levada para o hospital da cidade. “Estou aliviada por termos achado o animal antes de as coisas ficarem ainda piores”, disse Amanda.

No seu post, a mãe alerta que a paralisia por carrapato pode ser fatal a seres humanos, embora aconteça com mais frequência em cachorros. A doença afeta geralmente crianças com até 16 anos. Na maior parte das vezes, o animal está alojado na cabeça da vítima, como no caso de Evelyn.

De acordo com informações do Centro Médico da Universidade de Columbia (EUA), as mordidas do carrapato podem causar paralisia devido a uma neurotoxina liberada através das glândulas salivares do ectoparasita enquanto ele se alimenta de sangue. Esta paralisia geralmente começa nos pés e pernas, com muitos pacientes experimentando dormência e formigamento na face e membros.

“Meu marido e eu ainda estamos muito chocados com o que aconteceu com a nossa pequena menina e ficamos felizes que pudemos espalhar algum conhecimento sobre isso para outras famílias”, concluiu.

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