Em debate, Amazonino destaca programa de auxílio de R$ 300

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Foto: Divulgação

Em entrevista à TV Amazonas, nesta-sexta-feira (27), o candidato a prefeito de Manaus pela Coligação Juntos Podemos Mais, Amazonino Mendes (PODEMOS), lamentou a ausência do adversário David Almeida (Avante), que faltou ao debate, considerado de maior audiência do segundo turno da eleição.

Amazonino aproveitou a entrevista, prevista no regulamento com a ausência do adversário, para informar sobre o seu maior projeto social, o Renda Manaus, que vai pagar, por quatro anos, R$ 300 para 137 mil pessoas que ficarão sem receber o auxílio emergencial do governo federal, com data para encerrar em dezembro.

O auxílio, segundo Amazonino, é para minimizar os problemas econômicos causados pela pandemia de Covid-19. “Nós precisamos combater com todo o rigor essa doença”, disse, anunciando que uma de suas primeiras medidas, se for eleito, é organizar a cidade para receber a vacina contra Covid-19, assim que for aprovada pela Anvisa, de modo a garantir a imunização da população.

Amazonino Mendes ressaltou que, se eleito, colocará o programa Renda Manaus em execução assim que aprovado pela Câmara Municipal. O auxílio, de R$ 300, terá duração até 2024.

O candidato explicou que o programa faz parte da Rede de Proteção Social que ele pretende implantar na Prefeitura. O Renda Manaus foi preparado com o objetivo de amparar aqueles que ficarão desassistidos do auxílio emergencial do governo federal e que precisarão da ajuda do poder público para que possam se manter. A crise é grave e aguda, disse ele, e Manaus já é a capital com o maior número de desempregados no país.

A proposta de Amazonino para complemento da renda familiar tem dois componentes importantes: a vigência de quatro anos, durante todo o mandato, e facilidade para início de pagamento, já que não precisará ser feito um novo cadastro para as famílias atendidas.

Os recursos, de acordo com Amazonino, não comprometerão o orçamento. Virão da priorização de alterações na Lei Orçamentária Municipal; do aumento de investimentos na Rede de Proteção Social; redução de despesas não-essenciais; maior eficiência na cobrança da dívida ativa com o município; criação de fundos de crédito da dívida ativa, fiscalização de concessão de incentivos do ICMS a grandes conglomerados do mercado financeiro (parcela relativa ao município); e leilões de ativos sem relevância à prestação de serviços municipais.

A rede de proteção social sempre foi muito presente nas administrações de Amazonino Mendes. Ele criou o Cartão Direito à Vida, em 1996, muito antes da existência do Programa Bolsa Família do governo federal. Na época, o cartão beneficiava cerca de 100 mil famílias. Na última administração na Prefeitura, criou o Programa Bolsa Família Municipal, atendendo a 55 mil famílias.

Nas considerações finais, Amazonino defendeu os idosos, que segundo ele, foram atacados pela campanha de seu adversário, nas redes sociais. O candidato se solidarizou aos idosos e aproveitou para dizer que ama os jovens, por quem sempre atuou, na formação de condições de educação, como a criação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que já formou milhares de profissionais para a sociedade amazonense.

As informações são da assessoria