Em Manaus, três motoristas de aplicativo são presos por homicídio e ocultação de cadáver

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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), sob o comando do delegado Charles Araújo, deflagrou nesta terça-feira (21), a operação “Nemêsis”, que resultou nas prisões de três motoristas de aplicativos, envolvidos no homicídio e na ocultação de cadáver do adolescente Pedro Adley Fernandes, de 17 anos. O crime ocorreu em junho deste ano.

De acordo com o delegado, no dia 21 de junho deste ano, a irmã do adolescente, uma mulher de 27 anos, compareceu a DEHS para registrar um Boletim de Ocorrência (BO). Na ocasião, ela informou que o irmão dela havia sido sequestrado, pois os vizinhos deles verificaram que um veículo, supostamente modelo Ônix de cor prata, estava com alguns homens, provavelmente motoristas de aplicativo, rondando a casa da família.

Segundo Araújo, eles estavam atrás de uns indivíduos que haviam praticado roubos contra um deles. A irmã da vítima relatou também que o adolescente não possuía ficha criminal e que foi confundido com outra pessoa.

O titular da DEHS destacou que, após as equipes tomarem conhecimento do caso, imediatamente iniciaram as investigações e chegaram na identificação dos indivíduos.

Durantes as investigações, os policiais constataram que Pedro Adley não teve qualquer participação no roubo ao motorista de aplicativo.

Prisões

Ao longo das diligências realizadas hoje, foram presos Cleyton Augustinho dos Santos, 29; João Rodrigues Maciel, 33; e Kameron Braga Pereira, 20. As prisões ocorreram nos bairros Tarumã e Nova Cidade, zonas oeste e norte de Manaus. Charles relatou que o corpo do adolescente foi localizado no quilômetro 30, da rodovia federal BR- 174.

As ordens judiciais foram expedidas no dia 16 de outubro deste ano, pelo juiz Rafael da Rocha Lima, da Central de Inquéritos.

Procedimentos

Cleyton, João e Kameron irão responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Após os trâmites cabíveis, eles serão levados para a Central de Recebimento e Triagem (CRT), onde passarão por audiência de custódia e ficarão à disposição da Justiça.

As informações são da assessoria