Empresa de saúde pagou por teste produzido nos EUA, mas empresa aplicou marca chinesa

Foto: Hugo Barreto

As investigações da segunda fase da Operação Falso Negativo, deflagrada na terça-feira (25), revelam que a empresa Biomega, contratada para aplicar exames para detecção do novo coronavírus no esquema de drive-thru, utilizou testes de marca diferente da acordada no processo de dispensa de licitação. De acordo com os autos, a cúpula da Secretaria de Saúde sabia da troca indevida.

Segundo documentos reproduzidos no processo, a empresa afirmou que utilizaria testes da marca Cellex, produzida nos Estados Unidos. No entanto, foram aplicados nos moradores do DF atendidos exames fabricados pela China, da marca Wondfo.

“Como se isso tudo já não bastasse, a situação ainda é mais grave quando se constata que a Biomega estava utilizando mercadoria diversa da contratada e a cúpula da SES/DF tinha ciência inequívoca do embuste”, afirmam os investigadores nos autos.

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