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Fiscalização contra febre aftosa nas regiões de fronteira com a Colômbia são intensificadas

As ações foram intensificadas nos municípios de: Tabatinga, Benjamin Constant, São, Santo Antônio do Iça e, na região do Japurá- foto: divulgação/Adaf
Redação
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A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) intensificou a fiscalização contra a febre aftosa nos municípios de fronteira com a Colômbia. As ações foram intensificadas nos municípios de: Tabatinga, Benjamin Constant, São, Santo Antônio do Iça e, na região do Japurá.

A ação faz parte das ações de Defesa Sanitária Animal para promover a erradicação da doença em todo o Estado de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNefa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

De acordo com a gerente de defesa animal da Adaf, Joelma Silva, o trabalho de defesa agropecuária da agência redobrou após a confirmação de quatro casos de surto de febre aftosa pelo Instituto Colombiano Agropecuário (Ica), nos municípios de: Tame, Tilacuy, Cúcuta e Yacopi.

Mais de 100% das propriedades dessas regiões passaram por uma inspeção clínica, vigilância ativa atualização de cadastro e a vacinação contra a doença. Joelma explica que durante esta ação, os médicos veterinários da Adaf realizam a inspeção clínica dos animais nas propriedades através de uma vigilância ativa, com o objetivo de examinar os animais susceptíveis à febre aftosa e aplicação da vacina contra a doença.

Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil é um país livre da febre aftosa com vacinação. A intenção é retirar totalmente a vacinação do país entre 2019 e 2023, quando o país deverá ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da doença sem vacinação. O Amazonas aguarda finalização da auditoria do Mapa para garantir o reconhecimento de zona livre de aftosa com vacinação. Atualmente, os municípios de Guajará, Boca do Acre, o Sul de Lábrea e o Sul Canutama têm esse status.

Com informações da assessoria

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