Governo conclui a construção de rede de esgoto na bacia do São Raimundo

FOTOS: TIAGO CORRÊA

O Governo do Estado, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), concluiu, neste mês de dezembro, as obras de implantação de 24 quilômetros de redes de esgoto nos bairros banhados pela bacia do igarapé do São Raimundo, localizados nas zonas sul e oeste de Manaus.

A implantação das redes de esgoto é uma etapa das obras de saneamento básico que o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) está executando para garantir o tratamento adequado do esgoto das famílias que residem nas zonas sul e oeste da capital.

A implantação dos 24 quilômetros de redes de coleta de esgoto ocorreu nos bairros do São Raimundo, Santo Antônio, Aparecida, Glória, Presidente Vargas e Centro.
Elevatórias e ETE – As obras da bacia do São Raimundo também compreendem a construção de seis elevatórias e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no bairro do Educandos, zona sul. Esse pacote de obras tem o objetivo de garantir o tratamento do esgoto despejado das residências no rio Negro e na bacia do São Raimundo.

As seis elevatórias de esgoto estão sendo construídas nos bairros da Glória, São Raimundo, Aparecida, Presidente Vargas e Aparecida. Essas elevatórias, que são equipadas com bombas, irão receber o esgoto das residências através das redes de coleta para, posteriormente, enviá-lo até à ETE, que irá realizar o tratamento desse esgoto. A construção das elevatórias estão atualmente com 77% de execução e aguardam a chegada das bombas e equipamentos responsáveis pelo pleno das elevatórias no envio dos efluentes até a ETE no Educandos.

“A estação de tratamento de esgoto vai modernizar uma Estação de Pré-condicionamento (EPC) que já existia desde a década de 70. A antiga EPC realizava apenas o tratamento parcial dos esgotos das residências e retirava apenas o material sólido do esgoto antes do envio na bacia de Educandos. Com a ETE, o tratamento será completo porque irá remover tanto os resíduos sólidos quanto os óleos, gorduras e areia que seriam enviados ao rio Negro”, explicou o coordenador executivo da UGPE, Marcellus Campêlo.

*Com informações da assessoria