Governo investe R$ 7,4 milhões, por ano, para manutenção do Hospital Padre Colombo, em Parintins

Foto: Yuri Pinheiro

O Governo do Amazonas investe, anualmente, cerca de R$ 7,4 milhões para a manutenção do Hospital Padre Colombo, no município de Parintins. Os recursos incluem o custeio mensal de folha de pessoal de 154 servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) que atuam na unidade, administrada pela Diocese do município.

Apenas em pagamento de pessoal, são custeados pelo Estado, por meio da Secretaria de Saúde, cerca de R$ 389 mil mensais. Além do pagamento de parte da folha, os recursos estaduais empregados na unidade envolvem a aquisição e locação de equipamentos, como aparelho de tomografia e ultrassom com dopller; locação Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs) neonatal e adulto, totalizando cerca de R$ 1,2 milhão.

Também foram enviados ao município medicamentos, adquiridos por meio da Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), no valor de R$ 890 mil, entre janeiro e agosto deste ano.

Além dos investimentos do Governo do Estado, a unidade hospitalar também recebeu aproximadamente R$ 2,7 milhões, por meio do Fundo Nacional de Saúde (FNS) de auxílio emergencial para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus e mais R$ 3,1 milhões repassados pela Prefeitura Municipal, por meio do Teto Financeiro de Alta e Média Complexidade (Teto MAC).

Em agosto de 2020 a SES-AM encerrou o segundo Termo Aditivo ao Termo de Fomento, que estava em vigor desde 2018, celebrado entre a secretaria e a Diocese de Parintins, e agora trabalha na elaboração de um novo Termo de Convênio, que será firmado entre SES-AM e a Prefeitura Municipal, que ficará responsável por repassar os valores à unidade hospitalar.

A mudança ocorre considerando que Parintins é um município de Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde, cabendo, portanto, a gestão dos serviços de saúde no âmbito municipal e como forma de garantia de acesso, a promoção da equidade, a integralidade da atenção, a qualificação do processo de descentralização e a racionalização de gastos e otimização de recursos públicos.

Com informações do Governo do Amazonas