IML não detecta vestígios de violência sexual em criança de sete anos; ela morreu por asfixia

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O Instituto Médico Legal (IML) liberou, na manhã desta sexta-feira (28/8), o corpo da criança Raquel Castro de Nascimento, 7 anos, que chegou em óbito no SPA da Galileia, na zona norte de Manaus. O laudo médico apontou que a menina morreu por falta de oxigênio no cérebro (hipóxia cerebral) e asfixia. Exame macroscópico realizado ontem não detectou vestígios de violência física ou sexual na criança.

A criança chegou sem vida na unidade de saúde, na quinta-feira (27/08), por volta das 7h40. Exames complementares estão sendo realizados pelo IML para melhor esclarecimento do caso, informou o IML. Foram colhidas amostras de DNA e de secreções das partes íntimas da criança para serem submetidas a nova perícia. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) acompanha o caso.

Os exames complementares visam obter mais elementos para esclarecer a morte da criança, e se houve ou não violência. A causa da morte no relatório do IML acusa que a menor morreu de hipóxia cerebral e asfixia. O titular da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS), doutor Paulo Martins, disse que o resultado final dos exames será fundamental para dar prosseguimento às investigações.

As informações são da assessoria