Jovem confeiteiro de 20 anos sofre racismo em supermercado: ‘Ladrãozinho’

Foto: Divulgação

Mais um caso de racismo ganha, infelizmente, as manchetes: morador do bairro Galo Branco, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o confeiteiro Bernardo Marins, de 20 anos, tinha resolvido passar seu aniversário do último dia 18 do jeito que aprendeu no curso de gastronomia: fazendo um bolo. Para isso, ele foi, no mesmo dia, até o Extra Hipermercado do bairro Alcântara para comprar os ingredientes. Mas o jovem afirma que, ao chegar lá, um segurança do estabelecimento começou a segui-lo.

“Ele falava no rádio, de uma forma nada discreta, para que a câmera me seguisse para ver se eu estava colocando alguma coisa na minha sacola. Ele fazia questão de que eu ouvisse que ele estava falando de mim. Eu fui para outro corredor e o mesmo se repetiu. Ele ficava vindo atrás de mim e ficava falando das minhas características pelo rádio”, disse o rapaz, que é negro.

Depois de passar pelo caixa, Bernardo foi até o SAC do hipermercado e pediu para falar com o gerente sobre o ocorrido. Neste momento, o segurança retornou, aos berros, falando que os bolsos dele “estariam cheios”. Depois do gerente falar que nada ocorreu, Bernardo, ao sair da loja, foi chamado de “ladrãozinho” pelo mesmo segurança.

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