Liga Amazonense Contra o Câncer pede ajuda para ampliar projetos sociais na capital

Liga Amazonense Contra o Câncer
Entre janeiro e maio deste ano, cerca de 40 mil auxílios foram destinados a pessoas de baixa renda, que lutam contra o câncer.

Em tempos de crise econômica, ONGs que desenvolvem projetos filantrópicos no Estado, acabaram perdendo receita, o que limitou a atuação das entidades. O efeito cascata atingiu também a Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc), que busca, na solidariedade da população manauara, um fôlego a mais para ampliar sua atuação, mantendo importantes ações sociais voltadas ao paciente de baixa renda, que luta contra a doença.

“Nosso principal projeto, hoje, é a Hospedaria da Lacc, que para ser ativada, ainda depende de um aumento significativo na arrecadação. Apesar de termos um espaço pronto para receber os pacientes, teremos gastos de quase R$ 100 mil, ao mês, com limpeza, alimentação, assistência, lavanderia, entre outros. Mas não perdemos a esperança e temos certeza que a sociedade também vai se solidarizar e garantir a adesão à causa”, frisou o presidente da ONG, mastologista Jesus Pinheiro.

A hospedaria foi implantada, há quase dois anos, na sede da Lacc, na rua Padre Manuel da Nóbrega, Dom Pedro. Ela conta com móveis e um espaço para acolher, aproximadamente, 40 pessoas, incluindo alguns casais que não têm onde ficar quando buscam tratamento especializado na capital, Manaus.

Projetos sociais

A ONG mantém atualmente diversos projetos sociais, através de doações da sociedade, que podem ser feitas pelo site www.laccam.org.br , pelo call center (telefone 92-21014949 ou 2101-4900) e também por transferência bancária (conta corrente 691017-3, agência 0482-0, Bradesco, CNPJ 044991820001-48).

Entre janeiro e maio deste ano, cerca de 40 mil auxílios foram destinados a pessoas de baixa renda, que lutam contra o câncer, na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). Todos financiados pelas doações.

Entre eles, estão os lanches distribuídos diariamente no ambulatório da unidade hospitalar, o transporte de pacientes para tratamento, o pagamento de aluguéis sociais, o custeio de passagens terrestres e fluviais, a entrega mensal de cestas básicas e o suporte às ações de prevenção e cuidados paliativos da Fundação Cecon.

Com informações da assessoria