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Luto na música: parceiro de Lulu Santos morre de forma trágica

Baixista André Rodrigues foi mais uma das vítimas da violência no trânsito do Rio de Janeiro
Redação.
Postado por Redação.

A morte, certamente, é algo muito difícil de ser superado. Perder alguém querido não é simples. Como sempre fazemos questão de mencionar, quando se trata de um artista, o seu falecimento acaba sendo compartilhado pelo público. O luto, dessa maneira, acaba se generalizando e mais pessoas são atingidas.

Nesse domingo (1), uma tragédia atingiu um dos grandes cantores da música popular brasileira, Lulu Santos. O artista perdeu um dos seus parceiros musicais, que morreu com a violência do trânsito. De acordo com informações do jornal carioca ‘O Globo’, em matéria publicada nesse domingo, morreu o baixista André Rodrigues.

Morre no Rio de Janeiro grande músico: a violência no trânsito

O baixista André Rodrigues estava aproveitando o domingo de Páscoa para andar de bicicleta no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Foi então quando aconteceu o grande acidente. A situação teria ocorrido próximo a um dos momentos da Segunda Guerra Mundial, o Monumento aos Pracinhas. Alguns colegas de André, que viram o acidente, revelaram que ele estava de bicicleta, quando um carro o atropelou. O motorista que cometeu a violência acabou indo embora.

Músico André Rodrigues

Músico André Rodrigues morre atropelado no Rio; motorista fugiu

Enquanto o autor do atropelamento fugia, as testemunhas tentavam ajudar o atropelado. Ele ainda foi levado conscientemente para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Na unidade, o baixista André Rodrigues teve três interrupções das batidas cardíacas. Infelizmente, não houve o que fazer. O músico acabou morrendo.

André Rodrigues tocava com Lulu Santos e outros grandes artistas

O baixista — que também era arquiteto — tinha 50 anos e era um instrumentista reconhecido no meio musical.

Ao longo de sua carreira, tocou com artistas como Lulu Santos, Marina Lima, Vanessa da Mata, Roberta Sá, entre outros outros. Amigos e familiares contaram que o baixista tinha o costume de fazer esse percurso de bicicleta constantemente.

Muita gente deixou o seu comentário de repúdio sobre a falta de ações para evitar que novos atropelamentos como esse aconteçam. “Meu Deus, muito triste tudo isso. Caramba, não imaginava que ele foi embora sem prestar o socorro”, disse um internauta indignado com tudo o que houve.

A informação acabou mostrando que a situação pode ser mesmo melhor discutida. Acidentes assim, infelizmente, acabam sendo comuns no Rio de Janeiro. Um dos pedidos é de que existam mais ciclovias na região.

Fonte: MCeará

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