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Maués reduz índices do Aedes Aegypti em 6%, aponta Ministério da Saúde

No total, foram vistoriados pelos agentes de saúde no mês passado, 1.643 imóveis, dos quais 73 atestaram positivo para o Aedes- foto: Reinaldo Santos
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Nos quatro primeiros meses de 2017, o município de Maués reduziu em mais de 6% o número de residências infectadas pelo mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus em sua zona urbana, segundo o Levantamento de Índice Rápido para Aedes Aegypti (LIRAa), divulgado ontem (9) pelo Ministério da Saúde. No total, foram vistoriados pelos agentes de saúde no mês passado, 1.643 imóveis, dos quais 73 atestaram positivo para o Aedes.

Em alguns bairros, como o Santa Luzia e Usina São João, que registraram os maiores indicadores de imóveis com focos do mosquito em janeiro – 17,9% e 16,6% respectivamente – superaram a média municipal e reduziram seus índices para 6,9% e nenhuma ocorrência no mais recente levantamento.

Ainda de acordo com a avaliação, a principal fonte de origem do Aedes Aegypti na zona urbana do município é o descarte irregular do lixo doméstico, que se não for bem embalado e fechado em sacolas apropriadas, pode acumular água em latas, entulhos e recipientes plásticos.

Pneus velhos e abandonados ocupam o segundo lugar entre os criadouros, seguido pelas caixas d’água não tampadas adequadamente e depósitos móveis (vasos e bebedouros de animais domésticos).

A redução nos focos do mosquito em quatro meses é resultante de uma política de saúde municipal que inclui desde a ampliação da coleta diária de resíduos, mutirões de limpeza, limpeza de córregos, raspagem do meio fio, além de ações sanitárias como a borrifação e aplicação de inseticidas nas áreas mais afetadas, além de campanhas educativas nas escolas e veículos de comunicação.

Com informações da assessoria

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