Ministério Público entra na busca por bebê de 2 anos desaparecido em Manaus

Foto: Divulgação

O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por ação do O Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID), iniciou procedimentos para tentar localizar o bebê Erlon Gabriel Dias Costa, de apenas 2 anos, desaparecido desde a quinta-feira, dia 6 de fevereiro.

Segundo a coordenadora do PLID AM, promotora de Justiça Lucíola Valois Coelho, a notícia chegou ao MP por intermédio de pessoas conhecidas da família do menor. Uma vizinha da família de Erlon avisou e passou os dados para o MP.

“Concomitantemente, a DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente) também encaminhou o boletim de ocorrência do desaparecimento. A partir daí, realizamos o cadastro da situação no SINALID, banco de dados nacional de pessoas desaparecidas, e passamos a divulgar a foto do menor, com a devida autorização do responsável”, afirmou a promotora Lucíola Valois.

A mãe, Maria Dias, 33, acredita que o menino foi sequestrado enquanto ela colocava roupa para lavar. O caso foi registrado na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Buscas foram feitas na região. Maria contou que preparava o almoço e o filho brincava no pátio, como de costume. Ela suspeita que um carro preto que passou pelo local, parou e ocupantes levaram o menino. Informações sobre o paradeiro do garoto podem ser feitas nos telefones (92) 99524-5072/ 99387-8060.

O trabalho de busca visa procura nos hospitais, IML e em locais públicos com sistema de comunicação, como por exemplo, o aeroporto Eduardo Gomes. Por força de uma parceria entre Infraero e Ministério Público, a foto da criança ficará sendo exibida nos monitores de TV de todo o aeroporto junto da imagem de várias outras pessoas desaparecidas.

Sobre o PLID

O Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos – PLID iniciou no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que vislumbrou a necessidade de ampliar os canais de busca de pessoas desaparecidas naquele Estado. A iniciativa logo foi acompanhada da criação de um sistema informatizado, chamado Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos –SINALID, hoje objeto de Acordo de Cooperação Técnico firmado com o Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP, que aprovou a ideia e aliou-se ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para promovê-la e expandi-la a todos os Ministérios Públicos Estaduais e ramos ministeriais.

(*) Com informações da  ASCOM-MPAM