Política

Ministro oferece ajuda ao AM e admite transferências de presos para presídios federais

Redação.
Postado por Redação.

O ministro da Justiça, Alexandre Moraes, divulgou nota, hoje, segunda-feira, colocando-se à disposição do governo do Amazonas para auxiliar no que for preciso, nas providências relativas à rebelião ocorrida entre a tarde de ontem, domingo e a manhã de hoje, segunda-feira, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, que deixou ao menos 60 mortos. Segundo a nota, a ajuda poderá ser, inclusive, para eventuais transferências para presídios federais e envio da Força Nacional.
Moraes, diz a nota, está desde ontem em contato com o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, que informou no final da manhã desta segunda-feira que a situação do complexo penitenciário está sobre controle neste momento. De acordo com a nota do Ministério da Justiça, o governador do Amazonas informou ao ministro que irá utilizar, para sanar os problemas, os R$ 44,7 milhões que o Fundo Penitenciário do Amazonas recebeu do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) no último dia 29 de dezembro. O ministro lamentou as mortes ocorridas em consequência da rebelião

Ministro Alexandre de Moraes, da Justiça/Foto: Gilvan de Souza

Confira a íntegra da nota:

“Sobre a rebelião ocorrida entre a tarde de domingo (1) e a manhã desta segunda-feira (2) no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, o Ministério da Justiça e Cidadania informa que o ministro Alexandre de Moraes lamenta as mortes ocorridas e manteve contato direto com o governador do Amazonas, José Melo de Oliveira.

O ministro colocou-se à disposição do governador para tudo o que fosse preciso, inclusive para eventuais transferências para presídios federais e envio da Força Nacional. O governador informou que neste momento a situação no complexo penitenciário já está sob controle. E que já utilizará para sanar os problemas os R$ 44,7 milhões de repasse que o Fundo Penitenciário do Amazonas recebeu do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na última quinta-feira, 29 de dezembro.”(G1/O Globo)

Comentários

comentários