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Monitora de creche é afastadas após obrigar menina a beijar aluno

As crianças foram encaminhadas para acompanhamento psicológico.
Redação
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A creche municipal de Itatinga (SP), onde duas funcionárias foram flagradas agredindo alunos de 3 anos, afastou as monitoras após a divulgação de um vídeo. As imagens da câmera de segurança da escola causou revolta nos pais dos alunos.

Segundo informações , um boletim de ocorrência foi registrado e a polícia abriu um inquérito para apurar os fatos. As crianças foram encaminhadas para acompanhamento psicológico.

No início do vídeo, uma das crianças aparece sendo agredida pela monitora. Em outro momento, a funcionária pega um colchão e joga em cima das crianças. um aluno, aparentemente mais velho, tenta beijar a força outras alunas. Ele faz isso várias vezes, e as duas instrutoras não fazem nada para impedir. Em determinado trecho uma delas segura a menina pelo cabelo para que o menino possa beijá-la.

O pai de uma das alunas gravou uma conversa feita com a monitora:

Monitora: Eu posso pedir perdão para você, mas isso não vai adiantar, vai?

Pai: não vai

Monitora: A única coisa que eu falei para você é que eu não vi (maldade)

Pai: Como não viu maldade, pelo amor de Deus! Não existe como não ver maldade

Monitora: Tá bom

Pai: Não existe como não ver maldade, a menina está lutando, meu Deus, não quer que beija! Você está ali e é a sua função. É a tua função, você é um protetor de anjo, criança não tem maldade. Criança de três anos não sabe o que é sexualidade. Não existe beijo, não existe brincadeira. Você incita!

Monitora: Eu sei disso.

Pai: Você acha inocente pegar, segurar ela pelo cabelo pra forçar ele beijar ela? Isso é… Ela foi no seu colo, ela estava procurando socorro. Você era o porto segura dela. Você estava ali para protegê-la, você estava ali para cuidar dela. Você estava ali para zelar por ela antes da sua vida. Você entende isso? Ela estava ali desesperada, empurrando o menino.

Os pais das das crianças dizem que elas estão apresentando mudanças no comportamento há pelo menos dois meses. Por isso eles acreditam que as agressões estão acontecendo há bem mais tempo.

“Elas sempre reclamavam que elas batiam, mas a gente sempre acha que é coisa de criança, nunca fui atrás e agora vem um arrependimento da gente, de não ter acreditado no filho da gente”, completa a mãe de uma das crianças.

Fonte: G1

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