PMs confirmam paralisação de 3 dias e rodoviários irão recolher ônibus por medo

Manauaras já estão com medo do que pode acontecer na cidade com as devidas paralisações- foto: Clóvis Miranda/Secom

Foi confirmado pela Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), que a partir das 19h desta quarta-feira (14), haverá paralisação dos trabalhos, prometendo voltar somente na sexta-feira (16). Por medo da falta de segurança que ficará a cidade, Givancir Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário de Manaus(STTRM), afirmou que os ônibus serão recolhidos.

“Tendo em vista que a Polícia Militar entrará de greve, provavelmente por falta de segurança a categoria poderá parar a partir das 9h de amanhã”, destacou Givancir.

Por meio das redes sociais, Gerson Feitosa fez a seguinte convocação.

“Convocamos a todos vocês que não montem serviço a partir das 19h de hoje. Essas faltas começam a partir de hoje e vão até sexta-feira no turno da manhã. Só montará serviço o policial que estiver entrando no turno da noite da sexta feira. Vocês policiais da capital e do interior, todas as unidade estão aderindo à luta em defesa da nossa lei. Não podemos aceitar nenhum tipo de troca do nosso direito”, alegou.

Manauaras já estão com medo do que pode acontecer na cidade com as devidas paralisações.

Promoções 

Nesta terça-feira (13) o governador Amazonino Mendes assinou, 2.096 promoções de policiais militares do Amazonas. Com o ato, que vai ser publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), o governador atualiza o quadro de promoções dos anos de 2014, 2015 e 2016, totalizando 3.293 promoções, que estavam pendentes há quatro anos. Todas as 2.096 promoções assinadas são de praças da Polícia Militar do Amazonas (PMAM).

Em fevereiro deste ano, Amazonino Mendes promoveu 1.197 policiais, entre praças e oficiais; pagou R$ 2,7 mil como auxílio-fardamento após sete anos de espera; dobrou o valor do auxílio-refeição, que passou a R$ 600, e também do auxílio-moradia pago aos policiais que servem no interior do estado, que subiu para R$ 600.