Prefeito de Manaus e primeira-dama lamentam a morte do líder indígena Higino Tuyuka

foto: Juliana Sadler/ISA

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, externa profundo pesar pela morte do professor e liderança indígena do Alto Rio Negro, Higino Pimentel Tenório Tuyuka, 65, que ocorreu na noite desta quinta-feira, 18, em um hospital de Manaus. Higino não resistiu a complicações causadas pela Covid-19.

“O Amazonas perde um grande líder que lutava pela educação indígena no Estado e em todo Brasil. Professor, o guerreiro Higino era defensor incansável da cultura indígena, mantendo viva línguas maternas, cantos e tradições culturais que passavam de geração em geração. Morava em São Gabriel da Cachoeira, onde foi acometido pelo novo coronavírus, lutou até o fim contra um inimigo invisível, mas não resistiu aqui em Manaus. Ele deixa um legado de bravura, de conhecimento e de esperança para um povo tão importante para nossa história”, disse o prefeito.

A primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, também lamentou a morte de Higino Tuyuka.

“Lamento muito a morte do professor Higino. Quando soubemos que ele estava com Covid-19, de pronto colocamos a estrutura do hospital de campanha à disposição, para que ele fosse tratado em Manaus. A instabilidade do quadro de saúde dele impediu que viesse de imediato de São Gabriel da Cachoeira para cá. Quando isso foi possível, ele já estava debilitado, mas como um valente guerreiro lutou bravamente até quando aguentou. À família, aos amigos e admiradores minha solidariedade neste momento de luto”, declarou Elisabeth Valeiko Ribeiro.

Com informações da assessoria