Sara Winter foi responsável por expor nome e endereço da criança vítima de estupro

Foto: Reprodução/Facebook

Nova polêmica envolvendo a extremista Sara “Winter” Giromini, que esteve presa entre 15 e 24 de junho deste ano e cumpre uma série de medidas restritivas impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ela se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais no último domingo (16/8) ao se envolver no caso da criança de 10 anos que teve a interrupção da gravidez autorizada pela Justiça.

Desrespeitando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante direito irrestrito ao anonimato para menores vítimas de violência, Giromini divulgou um vídeo no qual expõe o nome da criança.

A extremista teve a conta no Twitter bloqueada por ordem de Moraes, em decisão que atingiu outros influenciadores bolsonaristas, mas criou um perfil alternativo na plataforma.

Nesse perfil alternativo, ela informou ainda o endereço do hospital onde o procedimento seria realizado. Neste domingo, dezenas de pessoas cercaram a unidade, assediaram as equipes médicas e a própria vítima e chegaram a tentar invadir o prédio. A polícia teve que intervir, mas a confusão segue noite adentro.

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