Cidades

Secretário diz que animais mortos e descartados em feira passavam por tratamento clínico

Segundo a médica veterinária do CCZ, Laís Fonseca, a suspeita de que os animais tenham morrido em uma clínica se deve ao fato de terem sido descartados ainda ensacados, como se retirados recentemente de um freezer.
Redação
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Os oito cães e seis gatos que estavam mortos e deixados em uma das lixeiras da feira do Coroado, foram recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), na manhã desta quinta-feira (6). Eles foram levados para o CCZ, onde serão submetidos à necropsia para a identificação das causas da morte. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi, as carcaças dos animais serão analisadas pela equipe técnica do CCZ porque apresentam sinais de que passavam por tratamento clínico.

O secretário explicou que carcaças de animais não podem ser descartadas como lixo comum por apresentarem riscos à saúde da população e que o procedimento correto é a incineração. “Em casos como este, fazemos o recolhimento e o acompanhamento técnico, realizando procedimentos de protocolo, sob a coordenação de um médico veterinário e de um biólogo”.

Segundo a médica veterinária do CCZ, Laís Fonseca, a suspeita de que os animais tenham morrido em uma clínica se deve ao fato de terem sido descartados ainda ensacados, como se retirados recentemente de um freezer. “Eles também tinham sinais de que estavam em tratamento e que, por ocasião da morte, foram durante algum tempo mantidos em ambiente refrigerado”.

Laís Fonseca informou também que, após a necropsia e a identificação das prováveis causas da morte, o CCZ irá emitir relatório técnico e, posteriormente, um laudo. A Delegacia do Meio Ambiente (Dema) da Polícia Civil também esteve no local apurando a denúncia.

Com informações da assessoria

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