UGPE avança nas reformas do parque Residencial Manaus

Foto: Tiago Corrêa/UGPE-Prosamim

Dando continuidade às obras de requalificação aos parques residenciais do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), o Governo do Estado, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), vem avançando nas reformas do parque Residencial Manaus, no centro da cidade.

Atualmente, as equipes de trabalho iniciaram as requalificações das calçadas existentes nos blocos cinco e seis do residencial, serviços de microdrenagem como limpeza das canaletas, que se encontravam assoreadas com acúmulo de lixo.

As revitalizações buscam corrigir problemas pontuais pelo mal-uso ou falta de manutenção do residencial, devolvendo assim a qualidade de vida aos moradores e a funcionalidade das estruturas do parque residencial Manaus.

Os serviços de reforma irão contemplar a reestruturação das áreas de lazer, pintura dos bancos das praças, plantio de grama, demolição e remoção de construções irregulares, troca de lixeiras e com o asfaltamento de algumas vias dentro do residencial.

Residencial Manaus

O primeiro residencial inaugurado pelo programa foi o parque residencial Manaus que foi inaugurado em outubro de 2007 e conta com 819 unidades habitacionais, beneficiando aproximadamente 4 mil pessoas.

Manutenção dos parques residenciais

Além do parque residencial Manaus, outros parques residenciais vão ser contemplados com requalificação, são eles: residencial Mestre Chico, localizado no centro da cidade; residencial Gilberto Mestrinho no bairro da Cachoeirinha; residencial Liberdade e Jefferson Peres, ambos localizados no Morro da Liberdade; residencial Cajual, localizado no Santa Luzia, e o Parque Quarenta do Igarapé do 40.

“Eu fiquei muito contente quando eu vi que as reformas iriam limpar essas canaletas onde escoam as águas das chuvas. Porque sempre que chovia eu tinha que vir ajudar a tirar o lixo, como garrafas, latinhas e outras porcarias que atrapalhavam a vazão da água. Você observa que tem areia e lixo, e isso acaba causando alagações” afirmou a autônoma Lélia Assunção, 43.

As informações são da assessoria