UGPE inicia instalação de equipamentos da Estação de Tratamento de Esgoto

Foto: Tiago Corrêa/UGPE

O Governo do Estado, por meio da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE) iniciou, nesta semana, a instalação de equipamentos de tubulação nas obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que está sendo construída no bairro Educandos.

A construção da ETE faz parte do Sistema de Esgotamento Sanitário da terceira fase do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), e tem o objetivo de sanar problemas de saneamentos básico de bairros banhados pela bacia do São Raimundo, nas zonas sul e oeste.

O status atual da ETE ultrapassa os 80% de execução e toda parte civil da construção já foi concluída, restando agora a instalação das tubulações, equipamentos e a finalização das instalações elétricas.

“As tubulações serão as responsáveis pelo transporte dos fluidos de mais de 130 mil pessoas entre os tanques da estação de tratamento, ao finalizar esta parte da intervenção da ETE, as obras alcançam 85% de execução. Paralelo a instalação e a soldagem das tubulações, os modernos equipamentos responsáveis pelo tratamento de esgoto também estão sendo instalados”, afirmou a engenheira civil, Tatiana Lachi.

Após o início da operação, a ETE do Prosamim terá a capacidade de tratar 200 litros de esgoto por segundo, que será coletado através de 24 quilômetros de rede de coleta de esgoto e seis estações elevatórias, que já foram concluídas.

Sistema de esgotamento sanitário

Com previsão para conclusão das obras para o primeiro semestre de 2021, as obras do sistema de esgotamento sanitário que contemplam a ETE, fazem parte do Prosamim III, e visam garantir o saneamento básico adequado com o propósito em melhorar a qualidade de vida dos moradores da cidade de Manaus.

“As obras de esgotamento sanitário do Prosamim III representam uma grande contribuição do Governo do Estado e da gestão Wilson Lima no saneamento básico para a cidade de Manaus. São 100 milhões de investimentos em tecnologia, redes de coleta e estações de tratamento e elevatórias”, afirmou o coordenador executivo da UGPE, Marcellus Campêlo.

As informações são da assessoria